Apresentação dos Bruxos

Somos dois amigos que estudam em Hogwarts, na Casa Grifínória, e resolveram criar mais um blog para contar nossas aventuras. Irmãos do blog Bruxinhas de Hogwarts, seguiremos os padrões mágicos exigidos. Fique a vontade para ler as histórias e se quiser mande-nos um email para o Salão Comunal da Grifinória.

Perfil's

Clark

Nome: Clark Rawlins
Idade: 14
Casa: Grifinória
Varinha: Pena de fênix, azevinho, 28 cm
Nacionalidade: Britânica
Msn: clarkrawlins@hotmail.com
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Richard

Nome: Richard Grim
Idade: 14
Casa: Grifinória
Varinha: Cordas de Coração de Dragão, Carvalho, 25 cm
Nacionalidade: Britânica e brasileira
Msn: richardgrim@hotmail.com
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1° domingo - Clark
1° quarta - Richard
2° domingo - (ainda sem)
2° quarta - (ainda sem)
3° domingo - (ainda tem)
3° quarta - (ainda sem)
4° domingo - (ainda sem)

Depois do quarto domingo volta a repetir, Clark... Richard... e assim por diante.

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Quinta-feira, Março 23, 2006

Van Postando:

Conhecendo Clarck

¿Van Stuart Cole, tinha uma vida normal como qualquer outro garoto, porém se sentia diferente de seus amigos. Sempre andou com garotos mais velhos, mas mesmo assim conseguia acompanhar seus pensamentos e até superá-los. Enquanto os garotos mais velhos se preocupavam com coisas fúteis, Van se interessava por assuntos mais importantes.
Passado algum tempo de sua vida descobriu ele que tinha descendência de bruxo e logo tempo após isso foi encaminhado para Hogwarts, pensara ele que tudo seria fácil e que se adaptaria logo... Doce Ilusão!
Seus três primeiros anos em Hogwarts foram deploráveis: Confusões, Detenções, Castigos e uma quase expulsão (fato que só não ocorreu por muita piedade). Van não conseguia se adaptar, não se sentia bruxo e tinha muita saudade de sua família e de sua vida de trouxa.
Seus três primeiros anos foram difíceis, até a chegada do quarto ano quando conheceria Clarck e Pan. Seus dois primeiros verdadeiros amigos na escola. A partir daí as coisas iriam mudar, contudo não muito...¿

Mais um dia comum Van acorda encaminha-se para tomar seu café da manha, como de costume não come muito, termina logo e começa a se concentrar para mais um dia em Hogwarts.
Ao caminhar em direção a aula, começa a pensar consigo mesmo: ¿Já estou aqui há três anos e até agora não arrumei nenhum amigo de verdade, será que realmente o problema está comigo e eu sou um estorvo aqui?¿.
Realmente até este momento Van não podia considerar ninguém seu amigo, todos tinham certo preconceito com a sua fama de aluno problemático. Durante seus três primeiro anos os poucos que se aproximaram dele acabaram se afastando logo, seja por interferência de outros amigos, ou por não gostarem do seu jeito ou até mesmo se aproximavam para acabar ridicularizando depois.
Após longa filosofia, Van chega à aula de Defesa contra as artes das trevas.
O professor Olho Tonto Moody usava um animal como cobaia para explicar, o sofrimento do animal era visível. Van era uma pessoa muito piedosa e não gostara daquela cena. Após alguns minutos vendo aquele show de horrores ele não se conteve e reclamou:
- Não é necessário que o pobre animal sofra tanto! Não é justo alguém superior abusar de um ser desprovido.
O professor não gostou nada disso, afinal a aula era dele e ele sabia o que fazia, com certa raiva respondeu:
-Sr. Cole o professor aqui sou eu, portanto eu sei o que faço na minha aula. Se o Sr. se acha mais capaz que venha ensinar.
Van percebera o nervosismo que começara a bater em Moody, mas com muito sarcasmo respondeu:
-Professor eu não sou mais que o senhor, mas isso não significa que o senhor seja melhor que eu. E me espanta muito que tu tenhas perdido sua paciência com um mero aluno.
Após essa resposta todos se calaram e viram a evidente perca de sentido do professor, após respirar fundo ele retrucou:
-Aluno abusado, você está expulso da minha aula por falta de respeito e petulância e alem disso recebera uma detenção. E muito cuidado senhor Cole! Você comprou uma briga desnecessária...
Após tamanha confusão Van sai em busca de sua detenção (que seria limpar a biblioteca)... No caminho fora pensando no seu ato, não se arrependia, mas por outro lado sua consciência doía um pouco.
Ao chegar à biblioteca sentiu grande náusea quando observou o tamanho daquele cômodo que teria que ser limpo, era gigantesco e aquilo o trazia muito desânimo.
Após algum tempo limpando avistou um garoto, já o conhecia de vista ao andar nos arredores do castelo, mas nunca falara com o mesmo. Era Clarck que também o observava. Após algum tempo Clarck resolve se pronunciar:
-Olá!
-Oi.
Respondeu seco Van.
-Meu nome é Clarck, e o seu?
Pergunto Clarck com um sorriso muito amigável. Clarck aparentava ser confiável e após aquele momento Van desmancharia sua feição de certa forma rude e começara a conversar normalmente.
-Meu nome é Van Stuart, mas pode me chamar só de Van mesmo...
-A tudo certo, mas e ai tudo bem Van?
-Bem para estarmos aqui nem tudo está tão bem para nós dois né?
Respondeu Van sorrindo.
-Verdade! Por que você veio para aqui?
-Briguei com um professor só para variar. E você?
-A um garoto ai estava falando mal da minha família daí perdi a paciência e acabei brigando com ele...
Continuaram conversando até terminarem o serviço, que após se conhecerem não se tornou tão árduo assim, Van nem imaginava mas após aquela conversa formal nasceria uma grande amizade que iria o ajudar muito...

::Post Conjurado pelos Bruxos de Hogwarts:: ::As :: 12:22 AM

Coruja(as) no corujal!!!

Van Postando:

Conhecendo Clarck

¿Van Stuart Cole, tinha uma vida normal como qualquer outro garoto, porém se sentia diferente de seus amigos. Sempre andou com garotos mais velhos, mas mesmo assim conseguia acompanhar seus pensamentos e até superá-los. Enquanto os garotos mais velhos se preocupavam com coisas fúteis, Van se interessava por assuntos mais importantes.
Passado algum tempo de sua vida descobriu ele que tinha descendência de bruxo e logo tempo após isso foi encaminhado para Hogwarts, pensara ele que tudo seria fácil e que se adaptaria logo... Doce Ilusão!
Seus três primeiros anos em Hogwarts foram deploráveis: Confusões, Detenções, Castigos e uma quase expulsão (fato que só não ocorreu por muita piedade). Van não conseguia se adaptar, não se sentia bruxo e tinha muita saudade de sua família e de sua vida de trouxa.
Seus três primeiros anos foram difíceis, até a chegada do quarto ano quando conheceria Clarck e Pan. Seus dois primeiros verdadeiros amigos na escola. A partir daí as coisas iriam mudar, contudo não muito...¿

Mais um dia comum Van acorda encaminha-se para tomar seu café da manha, como de costume não come muito, termina logo e começa a se concentrar para mais um dia em Hogwarts.
Ao caminhar em direção a aula, começa a pensar consigo mesmo: ¿Já estou aqui há três anos e até agora não arrumei nenhum amigo de verdade, será que realmente o problema está comigo e eu sou um estorvo aqui?¿.
Realmente até este momento Van não podia considerar ninguém seu amigo, todos tinham certo preconceito com a sua fama de aluno problemático. Durante seus três primeiro anos os poucos que se aproximaram dele acabaram se afastando logo, seja por interferência de outros amigos, ou por não gostarem do seu jeito ou até mesmo se aproximavam para acabar ridicularizando depois.
Após longa filosofia, Van chega à aula de Defesa contra as artes das trevas.
O professor Olho Tonto Moody usava um animal como cobaia para explicar, o sofrimento do animal era visível. Van era uma pessoa muito piedosa e não gostara daquela cena. Após alguns minutos vendo aquele show de horrores ele não se conteve e reclamou:
- Não é necessário que o pobre animal sofra tanto! Não é justo alguém superior abusar de um ser desprovido.
O professor não gostou nada disso, afinal a aula era dele e ele sabia o que fazia, com certa raiva respondeu:
-Sr. Cole o professor aqui sou eu, portanto eu sei o que faço na minha aula. Se o Sr. se acha mais capaz que venha ensinar.
Van percebera o nervosismo que começara a bater em Moody, mas com muito sarcasmo respondeu:
-Professor eu não sou mais que o senhor, mas isso não significa que o senhor seja melhor que eu. E me espanta muito que tu tenhas perdido sua paciência com um mero aluno.
Após essa resposta todos se calaram e viram a evidente perca de sentido do professor, após respirar fundo ele retrucou:
-Aluno abusado, você está expulso da minha aula por falta de respeito e petulância e alem disso recebera uma detenção. E muito cuidado senhor Cole! Você comprou uma briga desnecessária...
Após tamanha confusão Van sai em busca de sua detenção (que seria limpar a biblioteca)... No caminho fora pensando no seu ato, não se arrependia, mas por outro lado sua consciência doía um pouco.
Ao chegar à biblioteca sentiu grande náusea quando observou o tamanho daquele cômodo que teria que ser limpo, era gigantesco e aquilo o trazia muito desânimo.
Após algum tempo limpando avistou um garoto, já o conhecia de vista ao andar nos arredores do castelo, mas nunca falara com o mesmo. Era Clarck que também o observava. Após algum tempo Clarck resolve se pronunciar:
-Olá!
-Oi.
Respondeu seco Van.
-Meu nome é Clarck, e o seu?
Pergunto Clarck com um sorriso muito amigável. Clarck aparentava ser confiável e após aquele momento Van desmancharia sua feição de certa forma rude e começara a conversar normalmente.
-Meu nome é Van Stuart, mas pode me chamar só de Van mesmo...
-A tudo certo, mas e ai tudo bem Van?
-Bem para estarmos aqui nem tudo está tão bem para nós dois né?
Respondeu Van sorrindo.
-Verdade! Por que você veio para aqui?
-Briguei com um professor só para variar. E você?
-A um garoto ai estava falando mal da minha família daí perdi a paciência e acabei brigando com ele...
Continuaram conversando até terminarem o serviço, que após se conhecerem não se tornou tão árduo assim, Van nem imaginava mas após aquela conversa formal nasceria uma grande amizade que iria o ajudar muito...

::Post Conjurado pelos Bruxos de Hogwarts:: ::As :: 12:21 AM

Coruja(as) no corujal!!!

Quarta-feira, Março 15, 2006

Victor Postando:

Lago de Hogwarts 19:45.

Eu andava calmamente com um livro na mão, chamado ¿Astronomia e seus argumentos mágicos¿, quando ouvi um barulho, gritos vindo de um pouco mais de longe, fechei meu livro, coloquei em uma bolsa que trazia consigo e corri até onde os gritos ficaram mais altos, vi duas pessoas de sua mesma casa, a Grifinória, brigando um com o outro, me escondi atrás de uma árvore com troncos grossos, então, fiquei ouvindo toda a briga dos dois:
- Olha... O que há comigo não te interessa! Mas o que há com você eu não sei!! Seu IDIOTA!!! ¿ falou Richard, um dos meninos.
- Idiota é você seu retardado!!!. ¿ falou o outro menino, Clark.
E então fiquei ali, escondido atrás daquela árvore, escutando tudo o que os dois meninos falavam...até que um dos meninos pega sua varinha e brada:
-Sei sim quer ver??? PETRIFICUS TOTALUS!!! - disse Clark.
Um raio certeiro atinge o outro menino que cai petrificado no lago, observou que o menino que lançara o feitiço o pegou e o levou até a enfermaria, tentei seguir eles, mais sempre me mantendo longe deles para eles não desconfiarem de mim.
Parei em frente da grande porta de carvalho do castelo e esperei uns cinco minutos ali parado, lendo o meu livro.

Na enfermaria 20:30

Eu fiquei parado mais tempo na porta que podia, comecei a correr para ver se conseguia alcançar Richard e Clark, mais não consegui, tive que procurara-los por todo o castelo, até que parei de imediato em frente da enfermaria e o vi Richard deitado em uma das macas:
-O que tem com ele?
Perguntei para mim mesmo, como se tivesse uma resposta para todas as minhas perguntas, entrei calmamente na enfermaria e observei atentamente o menino dormindo, cutuquei ele e disse baixinho:
-Oi, menino?
E fui até o outro lado da maca, observei que ele estava com seus olhos fechados, então disse à enfermeira que por ali passava:
-Enfermeira! O que aconteceu com ele?
-Nada, ele está meio doente, e pedi para ele vir até aqui, e ele adormeceu...
-Então está bem...
E sai da Enfermaria correndo para encontrar o outro menino.

No Salão Comunal Grifinório 20:50

Cheguei cansado na torre da Grifinória, observei o retrato da mulher gorda e disse:
-"Tri Wizard Tournament¿
E o quadro se abriu sem a mulher falar nada...observei atentamente o Salão Comunal da Grifinória e vi, um menino, que já havia conhecido, um menino da briga do jardim, Clark, que estava sentado na poltrona mais próxima da lareira, fui até ele e me sentei na outra poltrona a seu lado e comecei a falar:
-Olá! Sou Victor Pendragon, 14 anos, Grifinória, quarto ano.
-Oi! Sou Clark Rawlins, 14 anos, Grifinória, quarto ano.
-Bem, te vi brigando com o outro aluno da Grifinória, lá no lago...o que aconteceu?
-Herm, ele anda espalhando boatos maldosos da minha família...
-Bem, vou investigar direitinho isso então...ele está lá na enfermaria...Tchau, e prazer...
-Prazer...tchau...
E então fui até o dormitório, tomei um banho, coloquei minhas vestes e desci para jantar no grande salão. Depois de comer, já eram 21:30, então subi até o dormitório da Grifinória e deitei em minha cama, coloquei meu pijama, apaguei a luz do abajur e comecei a dormir.

No dia Seguinte
Na enfermaria 8:45

Nem tomei café da manhã e desci até a enfermaria rapidamente, cheguei lá após uns 10 minutos de muita correria, entrei e vi Rich já se levantando me sentei na outra maca ao lado do menino e disse:
-Bem, eu estive aqui, ontem, mais estavas dormindo, sou Victor Pendragon, quarto ano da grifinória...
-Eu, eu sou...não me lembro...não me lembro...
-Como assim você não se lembra?
-Eu, eu não sei.
E caiu na maca onde antes dormia...eu disse:
-Menino, acorda menino...
Tentativa inútil, então sai correndo até o Salão Comunal, com esperanças que Clark estivesse por lá...

Salão Comunal ¿ 9:05

Entrei no salão comunal, disse a senha a mulher gorda, observei o salão e achei o menino lá, graças a Deus, sentei-me na cadeira ao seu lado e disse:
-Desculpe-me, mais, não consegui investigar nada.
-Como assim?
-Ele perdeu a memória...
-Perdeu a memória, como?
-Não sei! Ele desmaiou antes de me falar...
-Ele desmaiou? Mais ele está bem?
-Sim, sim...está tudo bem com ele, eu acho, nem achei a enfermeira, na verdade, achar eu achei, mais, você tinha que saber disso...
Levantei-me da poltrona e fui até o grande salão, comer algo já que não havia tomado café da manhã ainda.
-Acho que eu estou me enturmando por aqui...
Falei ao passar pelo quadro da Mulher Gorda que disse:
-Oh, que bom menino!
Dei um sorriso e desci até o grande salão para tomar café, cada mordida que dava no pão eu pensava em cada aventura que ainda vinha por esse grande ano que começava...terminei meu pão e já era e vi em meu relógio que eram 10:02 me levantei da mesa da Grifinória, fui até o lago, onde fiquei observando as construções que ali começava a se construir, observei atentamente cada ¿casinha¿ daquelas até que, o meu relógio e fiquei ali pensando o que aguardava cada casinha daquela, que dali onde o menino via parecia enorme.

::Post Conjurado pelos Bruxos de Hogwarts:: ::As :: 1:05 PM

Coruja(as) no corujal!!!

Domingo, Março 12, 2006



Acordei com umas dores no peito, e na cabeça, acho que além do incidente ocorrido, eu fiquei assim por causa da detenção que irei receber.
Levantei-me e quase cai naquela cama de um jeito que nunca mais quisesse me soltar, preferia passar minha vida toda naquele humilde aposento a sofrer varias conseqüências de meus atos.
Mesmo assim peguei minha varinha e apontei para a cama:
- CAMARRUMA!
Os cobertores e travesseiros começaram a flutuar, sacudi-a novamente e eles se arrumaram.
Peguei minhas veste e desci para tomar banho, troquei, e fui em direção a escadas para tomar um café da manhã no Salão:
- Demorou hein?! - Uma voz atrás de mim iniciou um discurso agradável. Virei-me e vi Sarah perdendo o equilíbrio com as escadas que agora estavam se movimentando
- Bom di..... - tentei responder sua pergunta, mas antes que terminasse fui interrompido.
- MEU LIVROOOOOOO!!! - gritou Sarah pois seu livro estava caindo de uma altura de aproximadamente 18 metros
- Wingardiu Leviosa! - Mirei-o com a varinha e ele começou a levitar, Sarah o pegou
- Obrigada. - Disse ela recebendo seu livro.
Saímos diretamente no primeiro andar. Passamos pela imensa porta que levava ao corredor dos retratos e fomos em direção ao Salão Principal o qual tinha poucas pessoas, 50, no mínimo 15 em cada mesa, os professores já havia se retirado e o Moddy estava terminado seu ultimo pão.
Segui em direção a mesa da Grifinoria, pois hoje Sarah que estava me acompanhando.
Quando me aproximei, avistei Clark, que ao mesmo tempo que me viu começou a falar em um tom não muito agradavél.
- Oi! - Disse ele a mim quando eu acabara de me sentar. - Que história é essa de você ficar inventando coisas da minha família?
- Olha, inventar não, falar a verdade SIM - respondi diretamente com um olhar furioso a ele.
- Você para com isso, pois não sabe do que sou capaz! - reespondeu-me com seriedade.
- Me deixe em paz, agora estou tentando comer, depois você fala sobre isso, ai você vera também oque eu posso fazer! - respondi alto e claro a ele, cujo a atenção não permanecia naquele dialogo.
Ele se retirou da mesa e foi embora, ainda bem que podia agora me alimentar.
Peguei o prato mais perto de mim e coloquei 3 pães, 2 torradas e 2 copos de leite, dividi com Sarah e tomamos:
- Vamos? - Disse á Sarah.
- Sim. - Respondeu ela.
Saímos do Salão Principal onde houve uma correria para fora da escola. Todos estavam observando algumas colunas que haviam se formado no lago e continha assento para toda a escola se sentar.
Também observei, enquanto Sarah saia para conversar com suas amigas, mas não me demorei muito tempo aos jardins:
- Ai está você Richard, venha comigo agora! - Era uma voz baixa e tranqüila, olhei para trás era Minerva, havia chegado à hora daquele tormento, uma hora ou outra eu ia saber sobre isso.
Fui atrás dela e ela me levou para uma sala, desconhecida, pelo menos para mim. Ficava no 2° andar e estava cheia de pergaminhos espalhados pelo chão:
- Esta irá ser sua detenção, você terá que limpar todos esses livros e também ficará dois dias sem sua varinha, e fiscalização para não usar outra de ninguém, devolva-me sua varinha e quando estiver pronto pode começar.
Entreguei minha varinha com toda infelicidade do mundo a ela e comecei a resmungar baixinho. Limpei e observei vários livros antigos como por exemplo, A vida em magia, Criaturas más e muito outros que cheiravam a mofo, comecei a ler um.

Gigante do Mar
Damastor, um gigante de 5 metros que morava no Oceano Atlântico. Diz-se que todos os navegadores que passavam pelo mar, para chegar a Madagascar ou para chegar ao Continente Asiático, acabavam mortos por ele. Mas uma vez um bruxo tomou coragem e foi até lá. Damastor não apareceu e não sabiam o motivo. Ninguém sabe se o gigante morreu ou ainda continua vivo, pois ninguém o achou.
(Hagrid, 1940)

Quando fechei o livro voou pó para toda minha cara. Tossi e continuei minha obrigação e quando acabei era 19:45.
Quando sai da detenção, fui em direção ao Lago, para ver melhor o lago e suas novas cadeiras, mas estava escuro:
- Lumos Máxima! - Gritei em direção aquela gigantesca massa de água, um jato de luz iluminou onde pude enxergar.
- Agora podemos conversar sobre aquele assunto? - disse uma voz ao meu lado, era Clark.
- O que você quer? Só vim ver isto e você tem que estragar tudo!!! - disse a ele - Parece que você não tem nada pra fazer né?
- O que há com você? Anda tão diferente... E isso já faz tempo!!! Parece que você tomou alguma poção e endoidou de vez!! - Bradou Clark - ...E agora só sabe brigar!
- Olha... O que há comigo não te interessa! Mas o que há com você eu não sei!! Seu IDIOTA!!!
- Idiota é você seu retardado!!! - Gritou Clark.
- Nossa você tem sorte que não estou com minha varinha, porque se não eu já teria te matado!! - Gritei ainda mais alto, e fui me aproximando do Lago.
- Mas eu tenho... - Clark colocou a mão no bolso e mostrou sua varinha a mim - ...e posso utilizá-la quando eu quiser, então cala a sua boca. Eu sei que você anda falando mentiras de mim e da minha família!! Não adianta negar!! Se você não parar com isso você vai ver...
- Ver o que?? Você vai me petrificar?? Hahahahaha!!!!! Eu só quero ver... Você nem sabe qual é o feitiço para isso! - Respondi com raiva.
- Sei sim quer ver??? PETRIFICUS TOTALUS!!! - gritou Clark em minha direção.
Como não obtinha varinha não pude me defender. Meu corpo se endureceu e cai para trás dentro do Lago, foi a última coisa que senti, a água gelada penetrando minhas vestes.
Acordei no dia seguinte na Ala Hospitalar cheio de cobertores.
- O que aconteceu comigo? - Perguntei com dificuldade - Porque estou aqui?
- Não, não fala, suas cordas vocais estão inflamadas. Você caiu no Lago e seu amigo o recolheu e o trouxe aqui. Disse que ele havia te derrubado, esperou uns 10 minutos e foi embora - Respondeu Madame Pomfrey com uma voz fraca - Você tem sorte de ter amigos assim... senão você iria estar congelado ou poderia ter sido envenenado pela Lula Gigante.
- Mas quem sou eu? O que aconteceu? Quem me trouxe aqui? E o que é Lula Gigante? - Perguntei assustado.
- Você esta com aminésia! Acho que um pouco do veneno penetrou em cabeça e o fez esquecer de algumas coisas... Mas pode deixar que irei curá-lo e irá se lembrar de tudo no final!
- Mas como?
- Tome isto! - Ela me entregou um copo que continha um líquido esquisito. Tomei e acabei adormecendo.

::Post Conjurado pelos Bruxos de Hogwarts:: ::As :: 9:49 AM

Coruja(as) no corujal!!!

Domingo, Março 05, 2006



Até onde a minha visão poderia alcançar, a noite estava escura e chuvosa e uma densa neblina pairava pelos terrenos de Hogwarts. Lá estava eu sozinho na biblioteca junto com os meus livros fazendo a lição que o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas tinha nos passado.
Olho Tonto Moody nos pediu uma pesquisa muito complexa sobre o seguinte tema: "Azarações por meio de encantamentos que possam ser lançados utilizando uma varinha e seus respectivos contra feitiços".
Já se passavam das 11:30 da noite, quando encontrei o pergaminho que continha a última azaração da pesquisa chamada "Mentesmentira" a qual particularmente chamou a minha atenção pelo fato do mesmo ter efeitos variáveis dependendo da pessoa atingida.
Totalmente desgastado, terminei de copiar e fui até o dormitório. Durante todo o percurso eu olhava através das enormes janelas e só conseguia ver a penumbra que refletia o meu rosto todo deformado pelas quedas d'água que não paravam de cair.
Nesse meio tempo, comecei a pensar sobre o meu dia-a-dia na escola e instantaneamente me veio a cabeça os horríveis desentendimentos, não somente com o Richard mas também com muitos outros alunos que supostamente eram meus amigos e de uma hora para outra estavam me evitando e dando atenção a outros que nem eram tão amigos assim.
Finalmente cheguei no corredor escuro que dava direto para o retrato da Mulher Gorda a qual estava dormindo:
Hei, senhora...Acorda! Deixe-me entrar!
- Q-quem está aí?? Apareça! - Disse ela assustada.
- Lumus! Sou eu o Clark... Deixe-me entrar!
- Você sabe que horas são, garoto? Isso são horas de me perturbar? Bem no meio do meu sono de beleza... - Perguntou ela muito nervosa.
- Pele jeito tem muita gente te perturbando durante seu sono de beleza, hein!!! - Comentei sarcasticamente.
- O que você está insinuando com isso? Por acaso você não acha que eu estou com uma beleza exuberante??
-OK! A senha é "Tri Wizard Tournment" - Respondi grotescamente pois estava muito cansado.
Logo o quadro se abriu desvendando o túnel que dava até a entrada para a sala comunal da grifinória:
- Sono de beleza! Essa é boa.
A sala estava escura e aparentemente vazia, porém reparei que perto da lareira havia uma poltrona sendo ocupada por alguém:
- Oi, quem é você? - Perguntei.
- Ahhh!!! - Alguém gritou.
- Ahhh!!! - Gritei.
- Ahhh!!! - Gritaram novamente.
- Chegaaa... Nossa! Você me assustou!
- E você pensa que não me assustou também?? - Falou com rispidez.
- Desculpa... Não precisa ficar ofendida!
- Me desculpe também...
- Oi, eu sou o Clark! - Falei animado.
- Olá! Eu sou a Julia, mas pode me chamar de July. - retribuiu a meu comprimento meigamente.
- Bom, foi um prazer te conhecer mas eu tenho que dormir porque estou muito cansado... Até mais!
- O prazer foi todo meu... Até mais então.

Na manhã seguinte o céu ainda estava encoberto por densas nuvens e uma forte brisa soprava por entre as altas torres do castelo.
Desci até o salão principal para tomar o café da manhã. Sentados a mesa estavam Natalie, Richard, Simas, Neville e mais uma garota que eu não conhecia. Assim que me aproximei, Richard, Neville e Simas saíram correndo imediatamente como se eu fosse portador de uma azaração contagiosa:
- Já chega! Não agüento mais tanta futilidade desses garotos. - Gritei, mas Naty foi me acalmando pois sua amiga estava se assustando.
- Calma Clark... - Falou - Você está assustando a minha amiga aqui!
- Me desculpe, não foi minha intenção... Afinal me apresente a ela Naty!
- Ah é! Clark essa é a Victoria. E Vicky esse é o Clark, o qual você tem ouvido todo mundo comentar. - Apresentou-nos Naty muito simpática.
- Oi Clark! Fico feliz em te conhecer... Pode me chamar de Vicky!!
- Oi Vicky, muito prazer... ESPERA AÍ!!! Naty, você disse "o qual você tem ouvido todo mundo comentar??" Como assim?
- Eh, hum...Bom, é o seguinte. - Começou Naty - Eu descobri porque todo mundo está te tratando mal...
Nesse instante um garoto da Sonserina passou por nós e nos encarou friamente:
- Quem é esse aí? - Perguntou Vicky a Clark.
- Esse garoto é um menino chato que começou a me encarar logo depois do baile... Mas continua Naty!
- Bom, acontece que o Richard anda espalhando boatos por toda a escola que a sua família está sobre o domínio de um feitiço maligno e que ela está indo a falência. Sendo assim o seu principal objetivo seria acabar com todas as outras famílias e roubar todas os bens. - Terminou Natalie.
- Pelas barbas de Merlin, que absurdo! Mas da onde foi que ele tirou tudo isso? Eu vou agora pedir explicações a ele. - Precipitei-me muito enfurecido.
- Calma Clark. Você tem que ficar calmo!! Essa até daria uma boa matéria pro meu jornal, mas é um assunto grave demais... - Pensou alto Vicky.
- Claro que é grave! Não pode ir para um jornal! Mas mesmo assim, está bem Vicky, você tem razão, vou me acalmar... e Naty - Virando-se para a garota - Obrigada por ter me contado, mas que absurdo é esse... - Eu fiquei pensativo por um momento e olhei para o relógio - Nossa! Nós estamos atrasados para a aula de poções... Vamos indo.
Durante todas as aulas do dia, eu não tive como falar com aquele traidor mentiroso. Assim que bateu o sinal da última aula, saí correndo atrás dele mas a professora McGonagall o alcançou primeiro e o levou para a sua sala (talvez seja por causa da detenção que ele tinha recebido por ter brigado com um outro aluno).
- Ah não! Eu não acredito que eu perdi essa oportunidade de pedir explicações. Mas de amanhã não passa, amanhã mesmo eu vou repreendê-lo. Podem escrever o que eu estou falando!!! - Falei a mim mesmo.

::Post Conjurado pelos Bruxos de Hogwarts:: ::As :: 1:02 PM

Coruja(as) no corujal!!!